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Carlinhos Brown

Nascido em 1962, no bairro do Candeal Pequeno, em Salvador-Ba, Antônio Carlos Santos de Feitas, ou simplesmente Carlinhos Brown, é um dos artistas mais criativos, atuantes e inovadores do atual cenário da música brasileira. Brown se destaca como cantor, músico, produtor, arranjador e agitador cultural. Mas o que o projetou internacionalmente foi mesmo a percussão, que tem lugar especial no intrincado mosaico de aptidões naturais do artista.

Desde cedo, seu caminho foi cruzado por Osvaldo Alves da Silva, o Mestre Pintado do Bongô, que o iniciou no mundo da música através da descoberta da percussão e, principalmente, das células rítmicas vindas dos terreiros de candomblé. A partir dos ensinamentos de Mestre Pintado, Brown parte para a profissionalização da sua arte. Passou pelos estúdios WR, onde aprendeu técnicas de gravação e participou da banda de Luis Caldas.

Ainda nos anos 80, Brown passou a integrar, como percussionista, a banda de Caetano Veloso durante a turnê “Estrangeiro”. E foi através da voz do artista santo-amarense que Carlinhos teve a sua primeira música nacionalmente conhecida.“Meia Lua Inteira”, que trazia uma sonoridade inspirada nas rodas de capoeira, estourou nacionalmente, integrando a trilha sonora de uma novela de grande sucesso da rede Globo.

No final dos anos 80, Brown deu início a um dos projetos mais bem-sucedidos da sua carreira. Redescobrindo e, ao mesmo tempo, reinventando a sonoridade do timbau, ele reuniu dezenas de percussionistas e fundou a Timbalada. O grupo já nasceu com personalidade e sonoridade próprias, o que projetou ainda mais o sucesso da música baiana para o Brasil e proporcionou a realização de dezenas de turnês pelo mundo.

Atualmente, apesar de não tocar mais regularmente com a Timbalada, Brown continua a ser o mentor do grupo e produtor de todos os 14 CDs que a banda lançou até hoje, sendo um dos grupos baianos mais festejados e adorados no Brasil e no mundo.

Em paralelo, Brown sempre esteve envolvido em inúmeros outros projetos musicais. Dentre eles, a produção do CD “Brasileiro”, de Sergio Mendes, em 1995, fez com que o nome do músico baiano ganhasse ainda mais notoriedade e respeito no cenário internacional. Brown assinou cinco das 12 faixas que compunham o CD de Mendes, premiado com o Grammy de melhor álbum de World Music.

Em 1996, Brown consolidou sua carreira como cantor lançando o festejado “Alfagamabetizado”, seu primeiro álbum solo. No disco, ele atua como cantor, produtor e instrumentista. Recentemente, “Alfagamabetizado” entrou para a coletânea “1001 discos para ouvir antes de morrer”, lançada em todo o mundo e que reúne opiniões de 90 críticos musicais internacionalmente reconhecidos.

Em 2002, Carlinhos Brown empreende mais um grande projeto de sucesso internacional. Junto com os amigos e parceiros Marisa Monte e Arnaldo Antunes, cria os Tribalistas. Lançado em CD e DVD, o trabalho coletivo arrebatou prêmios pelo mundo e alcançou a marca de mais de 1 milhão de discos vendidos, tendo recebido um disco de diamante.

Desde o lançamento de seu primeiro CD solo, Brown contabiliza cinco trabalhos, sendo o último lançado em 2007. Intitulado “A Gente Ainda Não Sonhou”, o disco é totalmente produzido e quase todo tocado por Brown. Em 2010, o músico está lançando dois novos álbuns, “Diminuto”e “Adobró”. Em Diminuto, Brown expressa o seu lado mais melódico, através de sambas, bossas e boleros. Enquanto em Adobró, Brown apresenta um trabalho mais solar, pop e dançante.

BROWN COMPOSITOR

Dentre os trabalhos de composição mais recentes, está a trilha sonora do filme “Rio”, uma animação da Fox Films, dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha – mesmo diretor da bem sucedida trilogia, A Era do Gelo. Em “Rio” Brown trabalha ao lado de grandes nome como Sérgio Mendes, sob direção musical de John Powell. A canção Real in Rio, parceria de Brown com Siedah Garrett e Sérgio Mendes, foi indicada ao Oscar 2012 na categoria Melhor Canção Original. Também neste ano o artista concorreu a outra premiação com Rio: o Annie Awards 2012 – considerado o “Oscar da Animação”.

Carlinhos Brown assina também a produção e composição da trilha sonora de Capitães de Areia, da diretora Cecília Amado. Ele é autor de oito das dez músicas que trilham o filme, sendo três delas inéditas: Adorada, Capoeira Futuro e Espírito Bravo.

Já em 1985, Carlinhos Brown havia alcançado a marca de 26 músicas de sua autoria tocando simultaneamente nas rádios de Salvador. Essa excelente performance previa a consagração como compositor que veio em 2008, quando Carlinhos Brown foi considerado, pelo ranking do ECAD, o segundo maior arrecadador de direitos autorais em shows do país, tendo ficado atrás apenas de Chico Buarque.

Extremamente ligado à cultura afro-brasileira e ao Carnaval da Bahia, Brown sempre foi um dos grandes fornecedores de matéria-prima para os intérpretes dos trios elétricos. Diversas músicas suas foram campeãs da folia momesca, com destaque para “Dandalunda”, com interpretação de Margareth Menezes e “Rapunzel”, gravada por Daniela Mercury.

Mas a obra de Brown encantou diversos outros artistas da Música Popular Brasileira, que registraram em seus álbuns canções compostas pelo baiano. Dentre eles, estão Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nando Reis, Cássia Eller, Herbert Vianna e mesmo a banda de heavy metal Sepultura.

BROWN AGITADOR CULTURAL

Em meio à efervescência criativa que tomava conta dos anos 80, Brown criou diversos grupos que usavam a música como meio para educar e ensinar noções de cidadania e não-violência aos jovens soteropolitanos, em especial em seu bairro natal, o Candeal Pequeno de Brotas.

Neste cenário surgiram grupos como “Vai Quem Vem”, que participou do CD “Brasileiro”, de Sergio Mendes; a Bolacha Maria, grupo percussivo formado apenas por mulheres; Lactomia, que reunia crianças carentes do Candeal que produziam seus próprios instrumentos com material reciclado; além da Timbalada e, mais recentemente, o Hip Hop Roots que, orientados por Brown, reinventam a forma de tocar o surdo, e o Candombless, grupo que reúne altas patentes do candomblé e músicos populares e traz um som completamente novo, misturando os sons dos terreiros com as músicas popular e eletrônica.

Além dos grupos musicais, Brown é responsável pela criação de diversos outros projetos e empreendimentos na área cultural. Dentre eles, destaca-se o Museu du Ritmo. Em 2007, Brown arrendou o casarão do antigo Mercado do Ouro, no bairro do Comércio, em Salvador, com o objetivo de transformá-lo em um centro cultural e um museu de artes.

Hoje, o local, que passou por uma reforma, abriga grandes eventos e já possui um acervo com importantes obras, inclusive telas do próprio Brown. O projeto do Museu du Ritmo está em fase de captação de recursos e consultoria para transformá-lo no tão sonhado Centro de Cultura Negra. O projeto, idealizado por Brown, deve incluir, ainda, uma escola de inclusão digital que beneficiará as comunidades circunvizinhas.

Um dos eventos que acontece no Museu du Ritmo é o Sarau du Brown. Desde 2006, durante o verão de Salvador, Brown reúne diversas formas de arte como música, poesia, teatro, artes plásticas, além de um desfile de moda, tudo acontecendo no mesmo local, trazendo, assim, um novo conceito para os ensaios de verão, tradicionais na capital baiana. As noites do Sarau são encerradas sempre com um show de Brown e convidados especiais. Em 2007, passaram pelo palco do Sarau artistas como Caetano Veloso, Cláudia Leitte, Larissa Luz, Margareth Menezes, o angolano Dog Murras, além da única apresentação pública dos Tribalistas, com as presenças de Arnaldo Antunes e Marisa Monte.

BROWN SOCIAL

A relação de Carlinhos Brown com a música sempre o aproximou muito das questões sociais. Todos os grupos criados pelo músico sempre tiverem em sua formação crianças e jovens carentes de Salvador, principalmente oriundos do bairro do Candeal Pequeno. Através das mãos de Brown, já foram formados mais de 5.000 percussionistas que hoje se destacam tocando pelo Brasil e pelo mundo. Alguns em carreira solo, outros acompanhando grandes nomes da música mundial, como o grupo americano Stomp.

Mas a ação social de Brown não se restringe somente à área da música. Desde que começou a desenvolver sua carreira artística, o músico se dedicou a implementar ações que visam à melhoria das condições de vida dos moradores do bairro onde nasceu e cresceu, em Salvador. No Candeal, Carlinhos implementou o projeto “Tá Rebocado”, de urbanização e saneamento do bairro, que recebeu, em 2002, o Certificado de Melhores Práticas do Programa de Assentamentos Humanos das Nações Unidas/UN-Habitat.

Em 1994, Brown fundou, no bairro do Candeal, a Associação Pracatum Ação Social. Mais que uma escola de música, a Pracatum é um centro de referência que oferece cursos de formação profissional em moda, costura, reciclagem, além de promover cursos de idiomas e oficinas de capoeira, dança e de temáticas ligadas à cultura afro-brasileira, além de uma escola infantil. Os projetos têm como parceiros diversas entidades importantes, como os Ministérios da Educação e do Trabalho e a UNESCO.

Pela sua trajetória de engajamento com as questões sociais, Carlinhos Brown já recebeu diversos prêmios. Dentre eles, destaca-se o mais recente, recebido na Europa. Em 2008, Brown foi agraciado com o “12 meses, 12 causas”, prêmio promovido pelo Telecinco, mais importante canal de TV espanhol.

ESTÉTICA BROWN

Combinar elementos, encontrar o melhor ajuste, descobrir a maneira mais clara e sensível de expressão. A estética de Carlinhos Brown é como a busca pelas notas de uma música. O preciosismo fundamental para uma composição é também o que inspira o músico baiano a criar grafismos como os utilizados pelo Grupo Timbalada, as formas e cores do trio Camarote Andante e plotagens de instrumentos utilizados em apresentações por todo o mundo.

A sensibilidade artística de Brown tem se destacado ainda na pintura, com a intensa produção de telas, e na escolha pelos figurinos. Criador de tendências, o artista baiano é dono de um estilo único que rompe padrões e expectativas pré-determinadas. Brown transita entre o étnico e o contemporâneo, o rústico e o sofisticado. Ideias abstratas ganham formas, cores e texturas em modelos idealizados por ele.

A criatividade e inventividade do artista provocam renovações visuais. “Nós somos o que vestimos. É através das roupas e dos acessórios que mostramos o nosso modo de ver o mundo”, ressalta Carlinhos Brown. A ousadia em inovar atrai marcas como a Chilli Beans. O artista fechou uma parceria com a grife de óculos e vai lançar muito em breve nove armações com estampas inspiradas em artes desenvolvidas por ele. Os três primeiros modelos serão apresentados na São Paulo Fashion Week (SPFW) de 2011, durante bate-papo com imprensa e convidados especiais.

Parcerias – Brown participou em junho de um leilão beneficente da Saccaro, importante empresa brasileira de design de móveis, com uma poltrona que customizou para a exposição “50 anos em 5”. Além de Brown, participaram do projeto Vik Muniz, Oskar Metsavaht, Juarez Machado e Maurício Azeredo. Os móveis – inspirados nos 50 anos de Brasília e nos anos de ouro do design brasileiro – percorreram o país em todas as mostras da Casa Cor 2010/2011.

Já no último Carnaval, Brown se uniu à Hering para produzir uma camiseta exclusiva, com a estampa de uma de suas telas. A camiseta foi utilizado pelos 200 percussionistas da Timbalada e do Olodum que participaram do arrastão da Quarta-feira de Cinzas, no Circuito Dodô (Barra), e vendida em todas as lojas da Hering no Brasil. Toda a verba arrecadada com as peças foi revertida para a campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda”, do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC).

A marca de roupas M.Officer também acreditou no potencial estético do músico baiano. Durante dois anos consecutivos, 2000 e 2001, Brown participou dos desfiles da grife na (SPFW). Já a marca de jóias H.Stern criou com Brown a coleção Miscigens. Batizadas com nomes de músicas do artista – Latinha, Aruanda, Magano e Indiado – as quatro linhas que compõem a coleção têm referências indígenas, africanas e urbanas. A parceira gerou ainda um catálogo com fotos de Mário Cravo Neto e direção de arte de Gringo Cardia.

CARREIRA INTERNACIONAL

Desde os tempos da Timbalada, Carlinhos Brown é figura constante em shows e turnês pela Europa. Com o lançamento dos primeiros CDs, veio a solidificação da sua carreira solo. Atualmente, Brown é um dos artistas mais populares e respeitados em todo o mundo, com destaque especial na Espanha, França, Itália e Alemanha.

O auge da sua repercussão internacional, no entanto, ocorreu entre os anos de 2004 e 2005, quando realizou carnavais com seu trio elétrico pelas ruas de cidades da Espanha, chegando a reunir mais de 1 milhão de pessoas em Madri, em 2005.

De lá para cá, Brown faz anualmente turnês pela Europa, em inúmeros países e cidades. Já tendo realizado o primeiro carnaval das Ilhas Canárias, em fevereiro de 2008 e participado da primeira edição do Rock in Rio, em Madri, também em 2008. Apenas neste ano, Carlinhos percorreu países como Espanha, França, Eslovênia, Itália, Marrocos e México.

O reconhecimento do trabalho de Brown também pode ser mensurado pela realização, em 2004, do filme El Milagro de Candeal, do cineasta espanhol Fernando Trueba. O filme retrata a comunidade do Candeal através dos olhos do músico cubano Bebo Valdés, em sua primeira visita à Bahia aos 83 anos e seu encontro musical com Brown. No mesmo ano, foi lançada a trilha sonora do filme, com 13 músicas compostas ou adaptadas por Brown. O filme ganhou o Prêmio Goya 2005, na Espanha, por Melhor Canção Original (“Zambie Mameto”).

PRÊMIOS E INDICAÇÕES

2012

  • Indicado ao Oscar 2012 na categoria Melhor Canção Original com “Real in Rio”, do filme Rio, de Carlos Saldanha
  • Indicado ao Annie Awards 2012 na categoria Melhor Trilha Sonora pelas composições no filme Rio, de Carlos Saldanha

 

2011

  • Indicado ao Grammy Latino nas categorias gerais de melhor álbum de cantor-compositor e melhor engenharia de gravação, ambas com o álbum “Diminuto  

 

2008

  • Troféu Axé de Turismo – Bahiatursa – Artista que mais divulgou a Bahia internacionalmente durante o ano

2007

  • Prêmio 12 Meses 12 Causas Telecinco (Espanha) – Melhor Trajetória Solidária – Carlinhos Brown
  • 8º Grammy Latino – Indicação por Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasil – “A Gente Ainda Não Sonhou”
  • Troféu Castro Alves – Melhores do Carnaval 2007 – Carlinhos Brown
  • Prêmio Caixa Econômica Federal – Trabalho Social – Carlinhos Brown

2006

  • Troféu Dodô & Osmar – Prêmio Especial: Carnanegócio – Destaque Empresarial
  • 7º Grammy Latino (EUA) – Melhor Música Pop – “O Bonde do Dom”

2005

  • Prêmio Goya (Academia de las Artes y Ciencias Cinematograficas de España) – Melhor Canção Original (“Zambie Mameto”) – no filme El Milagro de Candeal – Carlinhos Brown

2004

  • Medalha Tomé de Souza (Câmara Municipal de Salvador) – pela contribuição à cultura musical da Bahia e do Brasil – Carlinhos Brown
  • Ordem do Mérito Cultural (Ministério da Cultura) – pelos serviços prestados à cultura brasileira – Associação Pracatum Ação Social
  • Nomeado “Mensageiro da Verdade” – ONU-Habitat/Fórum Urbano Mundial – Carlinhos Brown
  •  5º Grammy Latino (EUA) – Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro – “Carlito Marrón”
  • Disco de Ouro – BMG Spain – “Carlito Marrón”
  • Troféu Dodô e Osmar – Melhor Música Carnaval 2004 – “Maimbê Dandá”

2003

  • Prêmio de Cooperación Internacional Caja Granada – Por seu trabalho social – Carlinhos Brown
  • Prêmio Amigo (Espanha) – Artista Revelação Latino – Carlinhos Brown
  • Prêmio Amigo (Espanha) – Melhor Álbum Latino – “Tribalistas”
  • Prince Claus Awards (Holanda) – Por seu trabalho artístico e social – Carlinhos Brown
  • Prêmio Ondas (Espanha) – Melhor Artista ou Grupo Latino – “Tribalistas”
  • 4º Grammy Latino (EUA) – Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro – “Tribalistas”
  • FestivalBar (Itália) – Melhor Artista Internacional – “Tribalistas”
  • Disco de Platina – Emi Music Brasil – “Tribalistas”
  • Disco Triplo de Platina – Virgin Music Italy – “Tribalistas”
  • Prêmio Austregésilo de Athayde – Melhor CD – “Tribalistas”
  • Prêmio Multishow – Melhor CD, Melhor DVD Musical, Melhor Música (“Já Sei Namorar”) – “Tribalistas”
  • Prêmio TIM – Melhor Grupo – “Tribalistas”
  • XII Troféu Dodô e Osmar – Melhor Música do Carnaval 2003 – “Dandalunda”

2002

  • Prêmio Unesco – Categoria Juventude, pelo trabalho da Associação Pracatum Ação Social
  • Prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) – Categoria Melhor Disco – “Tribalistas”
  • Certificado de “Best Practice” (Melhores Práticas) do Programa de Assentamentos Humanos das Nações Unidas/UN-Habitat, conferido ao programa de urbanização e habitação Tá Rebocado, da  Associação Pracatum Ação Social

2000

  • 2º Grammy Latino – Indicação por Melhor Canção Brasileira – “Amor I Love You”

1999

  • Prêmio CNN-TIME – Líderes Latinoamericanos para el Nuevo Milenio – Carlinhos Brown

1998

  • Prêmio Multishow – Melhor Instrumentista – Carlinhos Brown

1997

  • Prêmio Multishow – Melhor Cantor – Carlinhos Brown
  • Disco de Ouro – Emi Music Brasil – “Alfagamabetizado”

1996

  • Trophée RFI/SACEM
  • Prêmio Sharp de Música – Categoria Regional – CD “Mineral” Timbalada

1993

  • Revista Billboard / Melhor CD da América Latina – CD “Timbalada”

1985

  • Troféu Caymmi – por ter 26 músicas sendo tocadas nas rádios

DISCOGRAFIA

Além dos sete CDs solo, Carlinhos Brown participou de diversos trabalhos coletivos, parcerias e coletâneas, lançados em CD ou DVD.

Álbuns e DVDs Solo

2010 – “Diminuto”e “Adobró”

2007 – “A Gente Ainda Não Sonhou”

2007 – DVD “Carlinhos Brown Ao Vivo no Festival de Verão Salvador 2006”

2004 – DVD “Inside Carlito Marrón”

2003 – “Carlito Marrón”

2001 – “Bahia do Mundo – Mito e Verdade”

1998 – “Omelete Man”

1996 – “Alfagamabetizado”

Trabalhos Coletivos

2004 – “Candyall Beat” – Carlinhos Brown & Dj Dero

2002 – “Tribalistas” – Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte

1995 – “Brasileiro” – Sérgio Mendes – cinco das 12 faixas do CD são composições de Carlinhos Brown

1992 – “Bahia Black – Ritual Beating System” – Vários artistas com produção de Bill Laswell

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