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Armandinho

O gaúcho Armandinho (batizado Armando Antonio Silveira da Silveira), viu o país inteiro cantar o reggae romântico Desenho de Deus (“Quando Deus te desenhou/ Ele tava namorando/ Na beira do mar, na beira do mar do amor…”), em 2006. O Brasil descobriu um artista pop que já era cultuado na região Sul, onde ele cresceu surfando e tocando em bares.

Desenho de Deus apresentava o CD (80 mil cópias)/DVD (40 mil) Armandinho ao vivo, estréia do compositor na Universal Music e cujo repertório compilava canções dos seus dois primeiros e independentes álbuns: Armandinho (2003), que vendeu 80 mil unidades, e Casinha (2004), 50 mil. Foi esse sucesso indie que chamou a atenção de uma major para o cantor.

Agora, depois de fazer cerca de 180 shows por praticamente todo o país e se apresentar duas vezes em Portugal (no Festival Sudoeste 2007, em junho, dividiu a programação com nomes como Manu Chao, Damian Marley, Groove Armada, The Streets, Gilberto Gil e Vanessa da Mata), Armandinho continua na estrada divulgando seu terceiro álbum de estúdio (e quarto da carreira): Semente.

“Semente, na verdade, é o sucessor natural de Casinha. Exceto por Onda do Arraial, uma parceria do ano passado com Dora Vergueiro, as músicas foram compostas antes do Ao vivo. Acho que o som sinaliza como será meu trabalho daqui para a frente”, explica Armandinho, que mora há 6 anos em Praia Brava de Itajaí, 70 quilometros ao norte de Florianópolis.

Embora assuma o reggae como sua música de cabeceira e adequada ao seu estilo de vida, Armandinho não quer ser rotulado com um cantor do gênero nascido na Jamaica. A reggae music para o compositor é, sobretudo, um dos ritmos que ele, com habilidade pop, casa com a cadência melódica da música popular brasileira para criar canções radiofônicas.

“Onda do Arraial e A filha, por exemplo, são influenciadas pelo som do America, um grupo (de soft rock) inglês dos anos 70”, diz. Produzido pelo galês Paul Ralphes (Lulu Santos, Kid Abelha, Cidade Negra), que já havia colaborado no Ao vivo, Semente revela novas influências também no uso mais forte da percussão em canções suingadas como Morena nativa, que flerta com o ijexá, e Menina que me encabrerô, digna da melhor fase do baiano Pepeu Gomes: “Acho que o tempo vai fazer você mudar/ Vai refletir, vai respirar/ Acho que vai amadurecer/ Só o tempo vai dizer/ O quanto tem que ralar/ Pra entender tem que acordar/ Tentar refazer, reconstruir/ A vida é mesmo assim/ Tanto pra você quanto pra mim…”.

Puxado pelo single homônimo (“Semente, semente, semente, semente/ Se não mente, fale a verdade/ De que árvore você nasceu?”), um reggae surfer com a levada típica e simples do violão de Armandinho e deliciosos órgão Hammond e piano Fender Rhodes (aliás, presentes em quase todo o trabalho), o CD Semente reitera o talento do compositor em traduzir o seu modo de vida em canções up que espalham boas vibrações.

O despretensioso reggae Babilônia me chama é capaz de ensolarar a estrada de qualquer trabalhador que, chamado à luta diária, quer mesmo é ficar na cama com a sua “chicama” (seja ela uma garota ou um bicho de estimação como a cadela Chicama, um dos cinco cães de Armandinho). Já a romântica Oh Lua provoca uma maresia maneira com seu ritmo cadenciado e letra que transforma o satélite da Terra em mensageiro de um amor ainda não correspondido: “Lua, oh, Lua/ Manda o meu beijo pra ela/ Manda uma estrela cadente de amor/ Entrar pela sua janela…”.

Agora, começando mais um ano, Armandinho já arrisca em algumas novidades em seus shows…músicas que já ganham forma e certamente poderão estar em seu próximo trabalho, ainda sem data para chegar às lojas, mas já em fase de produção.

E que venha mais um ano, pois novidade é o que não falta na vida do gaúcho Armandinho.

 

 

 

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