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Ana Paula da Silva Oliveira
ex bandeirinha de futebol

PALESTRAS MOTIVACIONAIS

Ana Paula Oliveira é conhecida pela competência e força de vontade na luta pelo alcance dos seus objetivos.

Toda a força, dedicação, suor, lágrimas, pressões e cobranças por melhores resultados, além de outros tantos desafios comuns ao esporte de alto rendimento, foram transformados em um conjunto de informações estimulantes e vencedoras, as quais compartilhadas através de palestras dinâmicas influenciam executivos de grandes empresas e pessoas na tomada de decisão e na busca pela excelência.

“Você está preparado para a decisão?”. Este é o novo tema da palestra comandado por Ana, com conteúdo dinâmico, dados estatísticos e atualidades, aborda assuntos como trabalho sob pressão e a necessidade de se ter equilíbrio e atitude para atingir metas e conquistar objetivos a curto, médio e longo prazo.

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Paulista, nascida no dia 26 de maio de 1978, jornalista, técnica em administração e moradora de Campinas-SP, Ana Paula é assistente de arbitragem de futebol há desde 1999. Com esse perfil, Ana Paula da Silva Oliveira bem que poderia concorrer ao posto de miss. Mas a jovem paulistana, criada em Sumaré, preferiu controlar as escapadas irregulares de 22 marmanjos. A assistente de arbitragem Ana Paula Oliveira, como prefere ser chamada, foi o grande destaque na vitória do Corinthians diante do São Paulo, por 3 a 2, na grande final do Campeonato Paulista de 2003.

Roubando a cena dos marmanjos, ela teve uma atuação sublime e foi muito elogiada. “Fico contente, pois o erro é imperdoável na nossa profissão”, disse a “bandeirinha”. Ana Paula se sobressai pelos sentidos aguçados. Ela não se limita à visão para tomar suas decisões. A capacidade de escutar o som provocado pelo chute na bola, no momento do passe, permite-lhe concentrar sua atenção nos jogadores da frente, que recebem o lançamento. “Como consigo usar bem a audição, normalmente não me preocupo em olhar de onde a bola está partindo”, conta ela.

Sua paixão pela profissão começou aos 14 anos de idade, quando acompanhava o pai, árbitro amador, em alguns torneios na região de Hortolândia, cidade da região metropolitana de Campinas. A jovem Ana Paula auxiliava o pai como mesária, anotando as ocorrências e os cartões na súmula. “Quatro anos depois os jogadores pediam para que eu auxiliasse meu pai. Foi uma brincadeira que acabou dando certo”, lembrou a Ana, que sonhava em se tornar uma jogadora de vôlei.

De origem humilde, teve de trabalhar desde cedo para ajudar a família. Hoje Ana Paula tem anseios de qualquer jovem de sua idade: escutar música, ir ao cinema, shows e eventos culturais. O assédio nos gramados é constante, tanto dos torcedores, que rasgam elogios e “homenagens” à sua mãe, até a jogadores, que a cortejam com cativantes olhares. “Às vezes comentam entre eles e ficam olhando. Mas eu finjo que não escuto e continuo meu trabalho. Teve até um jogador que desistiu de reclamar por um lance, após chegar mais perto ele disse: Ah!, deixa para lá professora”, disse aos risos.

Ana Paula começou sua carreira como profissional em 1998, se filiando ao quadro de arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF). Em 2001, fazia seu trabalho de estréia no Campeonato Paulista da Série A-1, na partida entre Palmeiras x Internacional de Limeira. No mesmo ano, estreou em torneios nacionais – no Campeonato Brasileiro da Série C, na partida entre Santo André x Madureira e no Campeonato Brasileiro da Série A, no jogo entre Corinthians x Guarani.

De lá pra cá vinha atuando em jogos importantes e foi no dia 23.03.2003 que Ana Paula conheceu o clima de uma final de Paulistão – algo inédito para uma mulher brasileira. Segundo Arnaldo Cezar Coelho, comentarista esportivo da Rede Globo, a mulher tem uma visão periférica melhor, enquanto o homem enxerga mais a longa distância – fato já comprovado através de pesquisas feitas por grandes oftalmologistas. Assim, a mulher leva vantagem na função mais importante do assistente, que é marcar o impedimento. “Daí eu ter dito que se ainda apitasse preferiria ter mulheres como minhas assistentes”.

Acostumada com o futebol desde pequena, ela se diz neutra quanto a preferência por qualquer time. “Torço para o trio de arbitragem, para que eles tenham sucesso”, revela, entre risos.

Bem humorada, Ana Paula, que já atuou em diversos jogos do Campeonato Brasileiro da Série A, fica séria quando o assunto é jogo internacional. Ela, que fez alguns jogos pela Copa Libertadores 2005, avisa que já traçou seus planos. “Sei que é difícil mas tenho convicção que ainda irei trabalhar numa Copa do Mundo”. Esse seu desejo só irá se realizar depois que a morena retornar a FIFA, já que não novidade pra ninguém depois que posou nua sua carreira na arbitragem se complicou um pouquinho. Mas Ana é guerreira, voltará e conquistará seu espaço novamente. Não só como árbitra, mas também como jornalista e apresentadora.

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